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Agradeça ao Senado pois a censura está de volta !

July 10, 2008 por Luiz Souza · Comente 

Não fiquei maluco e não estou apoiando a censura, isto é apenas uma forma irônica de protesto.

A partir de hoje a censura na internet é lei, aprovada pelo Senado. Alegando ser uma lei para coibir crimes virtuais, os políticos da casa aprovaram um projeto de lei que também será aprovado pela Câmara dos Deputados que tipifica crimes virtuais. Até aí tudo bem, concordo que muitos crimes que ocorrem na internet deveriam ser punidos, mas o fato real é que apenas usaram isto como artifício, visto que na verdade o objetivo da lei é criar a censura na internet, uma vez que tudo o que se faz on line passa a ser registrado pelos provedores e fica à disposição da polícia e da justiça.

Ou seja, esteja ciente que, a partir de agora, saberão exatamente tudo o que você faz na internet. Saberão seu endereço IP, quando se conectou, com quem se comunicou, o que fez, quais arquivos baixou, quais vídeos viu no Youtube, quanto tempo ficou conectado, qual provedor utilizou, e terão meios de chegar em sua casa em poucos minutos caso suspeitem que você cometeu algo que pode ser considerado crime.

Não tenho a menor dúvida de que este tipo de dados se tornará um lucrativo mercado para quem tiver acesso a eles, visto que hoje, tudo é feito pela internet, então é a mesma coisa que ter um grampo telefônico em sua linha.

Aí virão alguns e vão falar: “quem não deve, não teme…” e eu vou responder “Não é por aí… Se lembra que nos tempos da ditadura a maioria não devia, mas temia, pois sabiam que havia injustiça”.

O Jornal O Globo, publicou matéria sobre o fato em sua página na internet.

Problemas com o Mercado Livre

June 22, 2008 por Luiz Souza · Comente 

Se você procurar na internet, o que mais vai encontrar são pessoas que reclamam terem sido enganadas ao comprar algum produto utilizando o Mercado Livre ou então são usuários do próprio site que tomam volta do site.

Isto aconteceu recentemente comigo. Ao tentar vender alguns computadores que comprei em um leilão de uma instituição financeira, fiz um anúncio com destaques ao custo de R$ 19,00, mas não sabia que não poderia anunciar vários produtos em um só anúncio. Com isso eles retiraram o anúncio que fiz do ar em menos de meia hora. Até aí tudo bem, se eu não segui as regras ocultas que eles dizem que tem eu concordo que o anúncio poderia ser retirado do ar, mas o valor que paguei pelo destaque do anúncio tem que ser devolvido pois eu paguei para ter o anúncio exibido em local de destaque e isto não foi entregue.

Ao tentar entrar em contato com o Mercado Livre acontece o que sempre acontece com todos os usuários: é impossível entrar em contato com o Mercado Livre pois além de não te darem nenhum caminho de contato, quando você consegue descobrir algum endereço de e-mail eles simplesmente não respondem às mensagens que enviamos. Ao utilizar a opção de “Contato” disponibilizada no portal deles o que vemos é apenas uma faq que enrola e não responde e também não dá ao usuário a opção de entrar em contato.

O pior de tudo é que esta já é a terceira vez que sou enganado pelo Mercado Livre. Quando teve a promoção das figurinhas virtuais eu consegui ganhar R$ 22,00 em 23/08/2006 e que até hoje não recebi (e olha que eu entrei em contato com eles até ameaçando de acionar o procon e eles responderam apenas pedindo um prazo de 48 horas e depois disso pararam de responder aos e-mails que eu enviava). Depois foi em fevereiro de 2008 que me pagariam a importância de R$ 29,74 pela participação no Mercado Sócios e que alegaram ter enviado para o meu Mercado Pago e também deram calote. Agora é esta palhaçada de me cobrar por um serviço que não me foi prestado. Outro medo que estou é que a minha fatura por duas vendas que realizei, no valor de R$ 6,08 já foi paga e continua constando do sistema deles que o pagamento está pendente.

Desta vez eu juro que se não me pagarem vou acionar o tribunal de pequenas causas e a imprensa pois estou farto dos abusos cometidos pelo Mercado Livre.

Credicard Citi é uma empresa que desrespeita até quem não é cliente

May 14, 2008 por Luiz Souza · Comente 

Você não leu errado. Estou sim reclamando de uma empresa da qual eu nem sou cliente, pois já fazem alguns meses que recebo ligações diariamente (dias úteis) procurando por uma pessoa que não conheço.

Trata-se da Credicard Citi que entra em contato com meu telefone procurando por uma pessoa que diversas vezes já disse que não conheço e que nunca ouvi falar e a cada ligação que recebo eu informo que a linha 21 2473-7**3 já é de minha propriedade há mais de 6 meses e que nunca conheci ninguém com este nome. Com muita educação sempre peço para que não me liguem novamente. Do outro lado falam com aquela voz robotizada que estão registrando no sistema para não entrarem em contato novamente e no dia seguinte recebo nova ligação.

Hoje eu perdi a paciência e busquei na internet os números desta empresa para entrar em contato com eles e consegui ser atendido no 4001-4611 por um operador que se limitou a dizer repetidas vezes que a ligação estava sendo gravada e que não poderia bloquear ligações para meu número e que eu mesmo sem conhecer ou saber se o cliente deles existe eu teria que entrar em contato com este suposto cliente para que ele entrasse em contato com a empresa. Eu informei a ele que não tenho bola de cristal e que seria impossível eu entrar em contato com uma pessoa que não conheço e nunca ouvi falar.

Pelo abuso cometido por esta empresa, estou iniciando hoje uma campanha em todos os meus sites para que todos possam se conscientizar do fato.

Eu mesmo cheguei a indagar ao operador o seguinte fato: “Se desrespeitam assim a quem não é cliente, imagina o que devem fazer com quem é cliente”…

Sei de uma coisa, se o fato continuar procurarei a justiça contra esta empresa para que nunca mais entrem em contato comigo.

Só para constar: minha linha telefônica foi instalada em minha casa dia 26/09/2007 e de meu ponto de vista, se esta linha um dia pertenceu a um cliente deles, já deu tempo de atualizarem seus cadastros ou tentar contactá-lo através de outros meios, como carta, e-mail ou fax.

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