Africano que morreu no Rio de Janeiro foi vítima de febre maculosa
dezembro 7, 2008 por Luiz Souza · Comente
O sul-africano Willian Charles Erasmus que faleceu no Rio de Janeiro com uma febre que era suspeita de ser causada pelo Arenavirus, que é um vírus transmitido pelo contato com ratos, mas que é raro por aqui, a equipe responsável pelas investigações do caso chegou à conclusão de que a morte do africano teria sido causada pela febre maculosa, que é transmitido pela mordida de carrapatos que estejam com as glândulas salivares infectadas pela bactéria que é causadora da doença.
Por este motivo as 75 pessoas que estavam sendo monitoradas em quarentena pelo risco do contágio foram liberadas do monitoramento, visto que neste tipo de doença não existe contágio de pessoa para pessoa, somente há o contágio do carrapato para a pessoa.
Vírus altamente mortal transmitido por roedores é descoberto na Bolívia
abril 19, 2008 por Luiz Souza · Comente
Cientistas norte-americanos descobriram na Bolívia um novo tipo de vírus que é altamente mortal e é transmitido por roedores (ratos, gambás e afins). O vírus tem os primeiros sintomas semelhantes aos de um resfriado, mas evolui para manchas avermelhadas na pele e depois para sangramentos. A pessoa entra em estado de choque e morre pouco tempo depois.
O grande problema em diagnosticar este tipo de vírus está no fato de que os primeiros sintomas são muito semelhantes aos de um resfriado, em seguida os sintomas ficam parecidos com os da dengue e da febre amarela (com manchas vermelhas, dor de cabeça e no corpo) e quando descobre-se que é o Chapare arenavírus aí já é tarde demais.
O tipo de vírus é um aernavírus e ainda não se sabe ao certo qual seria o hospedeiro, mas ao que tudo indica o vetor da doença é da classe dos roedores. O vírus foi batizado de Chapare Arenavírus pois foi identificado nas proximidades do Rio Chapare que fica no sopé dos Andes.
Os médicos alertam a população que não devem entrar em pânico, visto que os casos diagnosticados são isolados, e também pelo fato de que a morte e transmissão não é como nos filmes de ficção científica (como o vírus ebola).
Para ler mais sobre o fato, veja a matéria publicada no G1.




