Nathália Rodrigues de calcinha
outubro 19, 2008 por Luiz Souza · 3 Comentarios
A atriz jovem e loira Nathália Rodrigues é destaque do mês de outubro da Revista UM. Ela fez um ensaio sensual para a revista masculina, posando para fotos de calcinha, mas apesar de ser condierada por muitos como um sÃmbolo sexual, ela diz que não se considera sexy “Não, eu não sou sexy, o que é isso ? Eu sou muito moleca”.
Apesar de dizer que não se acha sexy, ela confessou aos leitores que quando quer, ela sabe ser sensual. Um exemplo que citou é de quando está trabalhando e precisa fazer uma cena mais ousada “No dia-a-dia nem me preocupo com essas coisas. Mas na frente de uma câmera me sinto a própria Gisele Bündchen”.
Atualmente Nathália Rodrigues interpreta a Suelen na novela Chamas da Vida, mas ser atriz não foi fácil para ela. “Meu pai é um ex-padre, então sempre foi muito conservador. Ele não me proibiu de trabalhar na TV ou nos palcos, mas nunca quis pagar meus estudos nessa área. Então corri atrás disso sozinha”, diz Nathália.
Sinopse - MARILYN AS ÚLTIMAS SESSÕES
abril 25, 2008 por Luiz Souza · Comente
Logo abaixo você pode ver a sinopse do livro Marilyn as últimas sessões, escrito por Michel Schneider.
A história do maior sÃmbolo sexual de todos os tempos com seu último psicanalista é o tema deste premiado romance do psicanalista e crÃtico literário Michel Schneider. Ao misturar fatos reais com situações imaginadas, que podem ou não ter acontecido, o escritor procura desvendar a relação da estrela de Hollywood com o americano de origem judaica Ralph Greenson, durante um tratamento nada ortodoxo encerrado com o suicÃdio da atriz aos 36 anos, no dia 5 de agosto de 1962. Já na introdução do livro de 432 páginas, o autor esclarece e previne o leitor: “Como os cabelos de Marilyn, este romance é verdadeiramente falso. Contrariando a advertência obsoleta dos velhos filmes, ele se inspira em fatos reais, e seus personagens aparecem com seus nomes verdadeiros, salvo exceções que visam respeitar a vida privada de pessoas vivas. Os lugares são exatos; as datas, verificadas. As citações, retiradas de narrativas,notas, cartas, artigos, entrevistas, livros, filmes etc., são as próprias palavras de Marilyn.” O fato é que em sua reconstituição feita por meio de flash-backs, zooms e grandes planos cinematográficos, Schneider acaba por revelar detalhes Ãntimos da vida da atriz, muitos garimpados em depoimentos impressionantes como este: “Sempre me senti uma não-pessoa, e a única maneira de ser alguém foi provavelmente ser alguém diferente.



