Tudo que você sempre quis saber sobre Luiza Possi - galeria de imagens
May 17, 2008 por Luiz Souza
Neste artigo apresentamos tudo o que você sempre quis saber sobre a cantora Luiza Possi.
Vamos começar com uma galeria de fotos da cantora:
Ela nasceu no Rio de Janeiro, em 26 de junho de 1984 e é uma cantora e compositora brasileira, filha da também cantora Zizi Possi e do produtor musical e diretor artístico Líber Gadelha. Iniciou a carreira artística em 2002. Atualmente, mora no Rio de Janeiro com o marido, o ator Pedro Neschling.
Aos 14 anos, Luiza entrou para uma banda de pop/rock com integrantes na faixa dos trinta anos, onde no Credicard Hal se apresentaram para um grande público disperso e ansioso pelo show da banda. Em meio a toda agitação e nervosismo, Luiza se via à vontade e calma com aquele cenário, como se estivesse em sua própria casa.
Dado conta de que estava rodeada por bandas de rock por trás do palco e seus apreciadores na platéia, Luiza arriscou “O Vento”, música da banda Jota Quest, tocando piano e cantando. A platéia, fervorosa, aplaudiu e, Luiza, naquele momento teve a certeza do caminho que queria seguir.
No ano seguinte, Luiza repetiu a experiência de subir em um palco com milhares de pessoas voltads à atenção para si, no Via Funchal. Integrando bandas da escola, do bairro e de amigos, Luiza foi descobrindo seus pontos bons e melhorando os que lhe faltavam. Consciente de que iria evoluir e aprender com o tempo, restava a vontade, da garota de quinze anos, de se divertir.
Em 1999, a convite da banda LS Jack Luiza participou do CD “Olho por Olho, Gente por Gente”, em um dueto com Marcus Menna na versão de “Mean Sleep” intitulada “Mil Vezes”, repetido dois anos depois no palco da Tenda Pop (Rock in Rio) para um público de cento e cinqüenta mil pessoas.
Ainda em 1999, Zizi Possi convidou a filha para participar de seu disco “Bossa” gravando a música “Haja o que houver”, levando-a para os palcos do Canecão (RJ) e Directv Music Hall (SP).
Em 2000, Luiza participou do Programa de Jô Soares, onde sua mãe era entrevistada. Ao cantar “Angel”, tema do filme “Cidade doa Anjos”, Luiza chamaou atenção de executivos de gravadoras que telefonavam incansavelmente, a procura de um contrato com a jovem cantora.
Eu Sou Assim (2001–2003)
Em 2001 seu pai, Líber Gadelha, presidente da Indie Records apostou no talento da filha. Assim a cantora entrou em estúdio para gravar seu primeiro disco e intitulado “Eu sou Assim”, com produção de Rick Bonadio.
Lançado em 2002, o disco trouxe como primeiro single “Dias Iguais”, que entrou direto na liderança das paradas de sucesso e foi uma das mais executadas do ano, mostrando a excelente aceitação do público. A cantora se surpreendeu muito com a repercussão do trabalho e a dimensão que tomara. Mesmo sem grandes pretenções inicialmente, Luiza percebeu a responsabilidade de ter um disco e uma carreira.
Em 2003, a faixa título do disco, “Eu Sou Assim”, foi lançada como single e entrou para a trilha sonora da novela “Mulheres Apaixonadas”, se tornando mais um sucesso nas rádios. O terceiro single “Tanto Faz” e em seguida “Sem Você”, que não obteve grandes repercussões. Nesse ano ainda Luiza recebeu o Prêmio Multishow de cantora Revelação 2003, além de outras diversas premiações como melhor música (”Dias Iguais”) e Cantora Revelação.
Pro Mundo Levar (2004–2005)
Em 2004 é lançado o segundo álbum da cantora, “Pro mundo levar”, com a produção de Rick Bonadi. No álbum Luiza mostra suas próprias composições (em parceria com Nelson Jr.) e conta com músicas inéditas de renomados compositores como Roberto Frejat, Kiko Zambianchi, Zeca Baleiro, Totonho Villeroy entre outros artistas. O grande destaque é para o single “Tudo Que Há de Bom”, tema da novela “Senhora do Destino”, que emplacou mais um sucesso nas rádios do país inteiro, trazendo mais uma liderança para Luiza..
Em 2004 Alceu Valença fez o convite para a cantora participar de sua turnê cantando com ele a música “Tesouro do Desejo”. Luiza aceitou, e a turnê no circuito Rio- São Pulo esteve sempre com as casas lotadas. Luisa ainda participou do projeto “Um Barzinho, Um Violão” - especial Jovem Guarda, com a canção “Coração de Papel” que lhe rendeu o título de melhor intérprete pelo jornal “O Globo”.
Era hora de lançar mais um single. Dessa vez “Sair De Casa” foi escolhida e não rendeu menos do que o topo das paradas nas rádios. A canção ficou entre as mais tocadas por meses. O último single escolhido do álbum foi “Em Busca da Felicidade”, que não emplacou em todas as rádios.
Um Novo Rumo (2005–2006)
Em 2005 a convite da Universal Music para o projeto “Casa da Bossa- Especial Tom Jobim”, Luiza traz a interpretação do clássico “Esse seu Olhar” com participação de Oscar Castro Neves. Nesse ano a cantora dedicou-se aos estudos e ampliou seus horizontes musicais. Voltou a estudar piano, retomou as aulas de canto, leu muito sobre as raízes da música. Eclética, Luiza sempre admirou artistas como Lenine, Luiz Melodia, Ana Carolina. Luiza ainda ganhou o Prêmio TIM de Melhor Cantora 2005.
Escuta (2006–2007)
Ainda em 2006 Luiza lança seu terceiro álbum, “Escuta” pela EMI com de Liber Gadelha “Escuta” traz duas composições de Luiza em parceria com Nelson Jr. e o uma poderosa seleção de compositores renomados que são influências para ela como Ana Carolina, Isabella Taviani, Jorge Vercilo, além de regravações de Paralamas do Sucesso, Lenine e Nando Reis. “Gandaia Das Ondas/Pedra e Areia” foi o primeiro single, porém sem muita repercussão.
A faixa “Um pequeno imprevisto” foi anunciado como tema da novela Cobras & Lagartos, mas nunca foi tocada na novela e nem lançada no CD nacional da novela, não é a música oficial de trabalho mas tem algumas rádios que tocam essa música.
Em 2006 a faixa “Seu Nome”, foi lançada como segundo single e foi tema da novela “Páginas da Vida”, trazendo Luiza de volta para as paradas das rádios. E em 2007 a música título do álbum, “Escuta” foi tema da novela “Pé Na Jaca” e lançada como último single do disco.
A Vida é Mesmo Agora - Ao Vivo (2007–2008)
“A Vida é Mesmo Agora” é o quarto álbum de Luiza e o primeiro ao vivo da cantora. A música existe sob várias formas. Há canção para se ouvir sentado; outra, para se apreciar no escuro; ainda aquelas para se ouvir em pé, muitas dessas, tentando responder com ritmos corporais (a esses se deu o nome de dança). E todas têm (ou deveriam ter) como destino final o palco, pois é onde o artista apresenta-as em seu estado puro. Graças ao destino, vivemos uma época em que estas podem ser registradas em som e imagem, em um DVD como este “A Vida é Mesmo Agora”, de Luiza Possi, que converte uma seleção de músicas em um registro de uma noite mágica.
A credencial é dada pelo astro especialmente convidado Herbert Vianna, líder dos Paralamas do Sucesso. Ao final de sua participação, onde toca e divide os vocais da sua “Quase um Segundo”, diz: “Vê-la tão encantadora, talentosa e brindada pela natureza com esses dotes musicais está acima das palavras”.
Coberto de razão. Pois se colocada de forma fria, os tantos predicados de Luiza fazem com que você espere menos dela. Com seus poucos 23 anos, quem a vê entrar no palco em passos suaves, rosto angelical, sob um tapete de pandeiro, bateria e piano suaves, com um longo vestido creme, poderia dar-se por satisfeito pela riqueza de arranjos e competência musical da banda que a acompanha. Mas nota a nota, segundo a segundo, ela faz valer o elogio de Herbert Vianna com uma voz que sai tão fácil quanto linda de sua boca.
Abre o show, gravado em agosto deste ano, no Teatro Municipal de Niterói, com um pout-pourri de “Gandaia das Ondas” e “Pedra e Areia”, de Lenine, e “Iemanjá”, do cancioneiro popular.
A abertura é sua carta de apresentação da noite e da fase atual, que teve início no álbum “Escuta”, gravado no começo do ano passado. Com esse terceiro disco, ela deixou a veia pop de seu trabalho para mergulhar mais profundamente no mar azul, verde e amarelo da música POPular brasileira, em todos seus acentos, do samba à bossa nova, passando, por que não, pelo pop e rock.
Seus ouvidos não estão apenas voltados às fronteiras entre Oiapoque e Chuí. De Jorge Drexler e Kevin Johansen, registra no DVD uma versão de “No Voy a Ser Yo”, que na mão de Paulinho Moska e na voz de Luiza virou “Eu, Não”.
“Verão e Inferno”, de Ana Carolina, com todas suas texturas e quebradas, vem na sequência, afinal “a vida é mesmo agora/Eu vou até o fim”.
A noite em Niterói ganha clima de rhythm and blues com a música “Tudo que há de bom”.
Para “Escuta”, de Ana Carolina, ela chama ao palco o violoncelista Marcio Malard e o teatro ganha o contraste brilhante entre a voz etérea de Luiza e a profundidade do instrumento de Malard.
Chico Buarque, ele mesmo, sugeriu que ela gravasse “Tango de Nanci”. Luiza, ainda acompanhada de Malard, não o decepcionou. Nem ao público.
O responsável pelos arranjos e um dos diretores musicais do espetáculo, Paulo Calasans, arregaça as mangas e acompanha Luiza ao teclado em outra composição de Drexler, “Me Faz Bem”, que é a música de trabalho do CD/DVD.
“Seu Nome”, de Vander Lee, traz o flamenco à noite carioca. E a platéia acompanha às palmas “Dias Iguais”.
“Miss Celie´s Blues” é cantada como foi composta, em inglês, e o nome entrega o gênero pelo qual Luiza passeia seu canto.
Já “Coração de Papel”, de Sérgio Reis, é completamente desmontada e recosturada pela voz da cantora e dois violões.
É o momento banquinho, violões e reforço de guitarra de Herbert Vianna, que a acompanha logo depois de “Calling You”, aquela mesma, famosa no filme “Bagdad Cafe”- como entregue no começo do texto, Herbert oferece de bandeja metade de “Quase um Segundo” e agradece o bom tratamento com elogio que leva parte do público às lágrimas.
“Over the Rainbow” fecha o trecho “lúdico do show para encarar uma dura e triste realidade”, como constata a cantora. E dá-lhe Itamar Assumpção e sua “Mulher Segundo Meu Pai”, Moska, com “Não Diga que eu Não te Dei Nada”, e Jorge Vercilo, em “Rastro de Cometa”. Todas mergulhadas em suíngue e vibração.
“Oração ao Tempo”, de Caetano Veloso, é novamente marcada pela textura do violoncelo de Malard. E a noite fecha com a chave dourada de Moska, “Último Adeus”. “Escute meu último adeus, é assim que me despeço”, canta Luiza. E o público aplaude de pé. A vida é mesmo agora, no teatro ou no DVD.
Possi é sondada para novela
“Walter Negrãoa” mal estreou “Desejo Proibido” e já pensa em sua próxima novela. O autor tem na gaveta uma trama prontinha para o horário das 19h e tem a protagonista na idéia: Luiza Possi.
Segundo o jornal “Folha de S. Paulo” deste sábado, 17, Walter Negrão guarda o texto de “Bolero” (título do projeto) para uma próxima oportunidade. A novela fala de uma cantora.
“O texto tem cara de novela das sete e a Luiza ficou amarradona”, disse o novelista à publicação.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Luiza_Possi













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